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HUB das Pretas termina o ano com série de atividades e intercâmbios

Intenso. Assim podemos classificar o 2017 do projeto Jovens Mulheres Negras na Luta Contra o Racismo e o Sexismo, ou, simplesmente, HUB das Pretas. Durante todo o ano, diversas atividades tomaram conta do calendário de quem integra o HUB.
Em julho, o projeto mobilizou e participou dos 25 dias de ativismo das Mulheres Negras no Rio de Janeiro. No mesmo mês, cerca de 30 jovens do HUB participaram do Festival Latinidades, em Brasília, um encontro anual dedicado à cultura negra, realizado em Brasília desde 2008.

Winnie Byanyima, CEO da Oxfam Internacional, em visita ao Ibase. Foto de Marina S. Alves

No mês de agosto, foi a vez das jovens do projeto receberem visita. Winnie Byanyma, CEO da Oxfam Internacional, esteve no Brasil e veio ao Ibase conhecer as atividades do HUB. O evento, repleto de  histórias de força e de luta contra preconceitos, deixou Winnie emocionada. “Nós somos sobreviventes. Sobrevivemos à dominação, à escravidão, à exploração. Nós ainda estamos aqui. E fico orgulhosa quando vejo que, apesar de tudo, vocês também se recusam a ser massacrados”, disse a CEO da Oxfam.
No Rio de Janeiro, o intercâmbio contou com o acolhimento através da plataforma Diáspora Black

Outra atividade de destaque dentro do projeto em 2017 são os intercâmbios. Promover trocas e formar redes de mulheres jovens negras de cidades e regiões distantes e diferentes, mas que são unidas pela diáspora africana, são alguns dos objetivos das viagens das jovens que passaram por Brasília, São Paulo, Recife e Rio de Janeiro. No Rio, o evento foi realizado em outubro e contou com a realização do  I Encontro Temático “Saúde, Racismo e Gênero: mulheres jovens negras presentes!”, feito em parceria com a Agenda Jovem Fiocruz.
Jovens que participaram do intercâmbio no Rio de Janeiro durante o evento na Fiocruz. Foto: Ibase

Jovens Mulheres Negras na Luta Contra o Racismo e o Sexismo é um projeto realizado em uma parceria entre Ibase, Fase, Criola, Ação Educativa, Instituto Pólis, Inesc e Oxfam Brasil.

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Comunicacao Ibase

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