22/04/2014

Entre os dias 9 e 10 deste mês (abril), o economista Iderley Colombini, do Ibase, participou de um seminário, em Washington, Estados Unidos, do Breton Woods Projects, uma espécie de observatório que monitora as ações do Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional. O tema do encontro foi ‘Mega-project mania? What arte the infrastructure trends in terms of new/existing institutions, scale, and normative approaches?”.
Iderley participou do evento como palestrante, em uma mesa cuja o tema foi bancos de desenvolvimento e que teve a participação de mais três profissionais: um peruano, que falou dos impactos dos investimentos em seu pais; um belga, que trouxe um estudo dos bancos de desenvolvimento europeus; e um outro representante do Banco Mundial. Em sua apresentação, Iderley contextualizou o modelo de investimento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foco de um dos projetos do Ibase.
– Mostrei que o banco tem duas diferentes formas de investimentos em infraestrutura. Uma denominada por eles de ‘social’, que são hospitais, escolas, mobilidade urbana etc. E outra mais pesada, que são as estradas, usinas de geração de energia e grandes empreendimentos. O investimento maior é nesta última, pois é preciso escoar a produção de bens primários do país. O que ficou claro no final do evento, e depois das apresentações, a internacionalização do modelo capitalista de desenvolvimento.

Autor

Martha Moreira

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