6/12/2013
Nos próximos dias 9 e 10 de dezembro, em São Paulo, o Ibase, a FASE e o INESC, com o apoio institucional do GR-RI (Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais) e da FES (Fundação Friedrich Ebert) realizam o Seminário “Sustentabilidade Socioambiental e Desenvolvimento. Qual é agenda do campo popular no Brasil pós Rio + 20”.
O objetivo do evento é identificar uma agenda de incidência das forças sociais progressistas a partir de uma afirmação – feita no Conceito da atividade – de que o “modelo de desenvolvimento baseado na exploração intensiva e ineficiente de uso de recursos naturais em breve chegará ao fim. Os limites de nossas reservas de recursos naturais minerais, florestais ou de petróleo, as futuras mudanças físicas, sociais, políticas e econômicas causadas pelas mudanças climáticas e a persistência e aprofundamento das desigualdades forçarão o campo progressista a refletir sobre nosso modelo de desenvolvimento e se perguntar como queremos nos posicionar no futuro neste contexto”. E, ainda, qauestionar a opção neoextrativista, a monocultura agrícola, o desperdício e ineficiência no uso de recursos naturais com argumentos sobre a irracionalidade econômica, social, política e de perspectiva de futuro para o país e a região.
Entre os participantes, Sergio Leitão (Greenpeace Brasil), Guilherme Delgado (Doutor em Economia pela Unicamp), Célio Bermann (professor e pesquisador do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP), Chico Menezes (CONSEA / IBASE) e Julianna Malerba (FASE).
 

Autor

Martha Moreira

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tradução »